O relógio
Vai tranqüilo, informando as horas,
Às vezes se atrasa, mas não demora.
De parede e de pulso,
Há quem prefira o de bolso.
Mas este inseparável conselheiro
Que nos acorda de manhã,
Sem cessar continua, exatas,
As horas a informar.
Tem uma grande história,
Mas às vezes, lhe falta a memória.
Sinal de que precisa de corda.
Pra novamente corretas, as horas informar,
Pra que quando dele eu precisar,
Ele nunca me deixar, atrasado em meus compromissos chegar.

Escrito por Alexandre às 08h20
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